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Testemunhos

Constança Turquin
Quando arrancamos com um projeto de desenvolvimento comunitário, quando queremos trabalhar com as pessoas para uma vida melhor, temos de aprender a ver noutra perspetiva. Já não a nossa mas outra. Talvez também não seja apenas o olhar do outro que procuro mas sim um olhar conjunto. Uma perspetiva comum.
Luís Santiago
Por vezes, trabalhar num país como Moçambique faz-me sentir como se estivesse a tentar esvaziar um oceano com um conta-gotas. Requer paciência, entre muitas outras coisas. Hoje, ainda sinto muitas vezes o mesmo. Aprendi a conviver com este sentimento porque sei que não vou ser eu a mudar o mundo. Posso, no entanto, mudar o mundo para uma pessoa. E esta paciência, é tanto mais essencial quanto opera em nós uma liberdade indispensável.
Marta Horta
Passaram 7 meses desde que cheguei a Benguela. Olhando para trás, além da alucinante velocidade a que o tempo está a passar, dou graças por tudo. Por Benguela, pelas pessoas, pelo bairro da Graça, pela minha comunidade. Pelas dúvidas e hesitações, pelos desafios e dificuldades. Pelo GAIVA (Gabinete de Apoio à Inserção na Vida Ativa), projeto que acompanho, que me desafia diariamente, que me retira da minha zona de conforto e que me dá a oportunidade de me alegrar com a força de vontade, resiliência e persistência de muitos jovens que tenho tido a graça de conhecer.
Pia Ornelas
Quando soube que ia partir em missão e nos momentos importantes que se seguiram (missa de envio, dia da partida, chegada a São Tomé e Príncipe) sentia uma alegria tão grande, nunca antes sentida e vivida que pensava: “tanta alegria só pode vir de Deus!”. Lembro-me de desejar que este sentimento perdurasse durante todo o ano de missão. Vivia uma alegria da novidade, de me sentir eternamente grata dos planos de Deus serem tão bons para mim.Esta alegria da descoberta perdurou durante algum tempo, mas a verdade é que há seis meses que descubro, testemunho e vivo diferentes formas de alegrias.
Constança Nunes
É sexta-feira Santa. Aproxima-se a Hora, o momento para o qual fomos tentando preparar os nossos corações, “morrendo” nas pequenas coisas que nos vão afastando do amor, para renascermos na Páscoa.
Rita Marques
Quando na capela do CREU a madrinha Nídia me anunciava que estava a ser chamada a partir em missão para Benguela um imenso mar de perguntas percorreu a minha cabeça. E, bem antes de eu sequer perguntar ela dizia-me: “Não saberás já que projeto vais acompanhar. Nos próximos dias a Carmo ligar-te-á.”
Marisa Queirós
Surge linda, qual personagem das histórias de além-mar. Senhorinha de vestido delicado, trança em arco no cabelo, porte miúdo em jeitos de garota, força de gigante num vulgo tão doce. Eis Gabi, outra vez linda. Vive em Ponta Baleia, na roça de Porto Alegre. Faz parte do Grupo de Mulheres, do grupo de produção de farinha de mandioca e do grupo de fabrico de sabão artesana1. Trabalha na capina da estrada, é agricultora em terreno próprio, cuidadora de casa, dos seus 5 filhos, esposa.
Madalena Perloiro
Se tivesses que escrever uma carta a uma comunidade, como São Paulo, o que lhes dirias? – esta foi a proposta final de uma Oração Comunitária. Longe de ser como São Paulo, aqui partilho uma das carta que escreveria às comunidades com quem agora vivo.

Notícias

Os Caminhos Missionários de Lisboa vão retomar as visitas pelos lugares com história em Lisboa. Desta vez ao Bairro de Campo de Ourique, já no próximo dia 27 de maio, onde se cruzam muitas histórias mas também vivências de um Bairro com características muito próprias.
No primeiro trimestre do ano, os professores e alunos da Escola Básica da Boa Morte (EBBM) em S. Tomé e Príncipe, participaram em várias ações de sensibilização sobre a cultura do seu país, a leitura através da dramatização e a dinâmica de aprendizagem.
Convido-vos a situarem-se no dia 8 de Março com já seis horas de avanço e a Vitório e eu no carro a caminho da Graça para apanhar as restantes para a viagem até ao Balombo. O entusiasmo era grande não só porque uma viagem por si só já traz entusiasmo mas também porque era o Nosso dia, o dia da Lyukay (mulher em umbundo).
No passado domingo, dia 18, o Grupo Comunitário da Boa Morte reuniu-se novamente, mas, desta vez, fê-lo para celebrar a entrega de uma cadeira de rodas conseguida pelo Grupo!
Durante um ano o Grupo Comunitário, com as entidades que o compõe, esteve a trabalhar num documento que melhor caracterizasse o Bairro da Graça e com isso fosse possível fazer o levantamento das potencialidades e problemas existentes em sete principais eixos: Saúde, Educação, Infra-Estruturas, Economia, Cultura Desporto e Lazer, Segurança e Acção Social.
Pelas 14h30, do dia 4 de março, os rádios ligaram-se em Porto Alegre, Malanza, Ponta Baleia e Ilhéu das Rolas, mas a frequência desta vez foi diferente. Trocou-se a habitual 87.9 da Rádio Nacional de São Tomé, para a 97.2 da Rádio Comunitária Yogo!
Em 2018, decorridos mais de trinta anos de missões em África e Timor-Leste, os Leigos para o Desenvolvimento (LD) vão lançar a sua primeira missão de desenvolvimento em Portugal.Depois de um prolongado tempo de reflexão e de uma leitura atual da realidade portuguesa, os LD decidiram promover uma experiencia piloto em Portugal de implementação de um programa de desenvolvimento comunitário baseado nos seus pilares chave: voluntariado e gratuidade, simplicidade e espírito de serviço, vida comunitária e espiritualidade inaciana.
Foi em ambiente de festa, de muita alegria e boas ondas, que no passado dia 10 de fevereiro se inaugurou a nova casa de Surf de Porto Alegre “Kê Surf Bodó Plé”*. Um espaço muito desejado pelos surfistas de Porto Alegre, que participaram ativamente na sua construção.
Decorreu no passado dia 12 de janeiro, no Salão Nobre da Administração Municipal de Benguela, o Fórum de Governança Local Partilhada, no seguimento da implementação do projeto “GPS da Governança Local – Gestão, Planeamento e Sustentabilidade”, organizado e dinamizado pelo Grupo Comunitário do Bairro da Graça.