Testemunhos

Do alto de Porto Alegre

Hoje escrevo do “alto de Porto Alegre”. Um cantinho tão simples quanto especial, no cimo de um monte que permite avistar grande parte da comunidade.

Sempre que passo por aqui com tempo para estar “inteira” neste lugar, ganho a possibilidade de contemplar, descansar, agradecer, encontrar-me.

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Ainda agora cheguei e já me chamas a partir

Como uma grande amiga me dizia quando trabalhávamos juntas: “vamos fazer um ponto de situação”!
Como essas paragens para fazer pontos de situação me têm acompanhado, ajudado ao longo deste caminho de vida! Agora não é exceção fazer pontos de situação, se contei bem os meses já lá vão 20 em S. Tomé e Príncipe, com uma pausa de um mês de férias em Portugal.

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Ser Missionário LD

O que é isto de ser missionário LD? Ainda em Lisboa, durante a formação diziam-nos que vínhamos para África, para sermos missionários por, pelo menos, um ano. Como o próprio nome indica, vens com uma missão, que tem várias dimensões: os projetos, a vida comunitária, o estar com as pessoas do bairro, como missionários e amigos. Tudo isto faz parte da missão, do ser missionário.

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Nova página, novas pontes

Chegou a hora de escrever sobre a nova “página” da minha missão ao serviço dos Leigos para o Desenvolvimento. Para trás ficam dois anos de missão em Porto Alegre – São Tomé e Príncipe, e tudo o que conteve – as duas comunidades LD, os projetos, os rostos com quem tive o privilégio de me cruzar e as amizades que permanecerão guardadas no meu coração.

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Mais um dia ao serviço

São 6:30 e toca o despertador. Acordo ensonado e a tentar preparar-me para a minha semana de governação. Há que ir às compras e comprar bom peixinho para a semana. Antes de sair do quarto, paro para dizer bom dia ao Senhor e para me focar na Missão.

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Vamos à morte que a vida é certa

Parece estranho, não é? O ditado costuma dizer “vamos à vida que a morte é certa”. Para além de ser mais reconfortante saber que vamos à vida e não à morte. Mas quando ouvi este trocadilho pela primeira vez pela boca do Pe. Vasco Pinto Magalhães, sj pareceu-me que esta “morte” a que se referia não era uma morte vital, mas uma morte de vícios, de expectativas, de ilusões, de manias e teimosias interiores.

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