Testemunhos

O trabalho que não se vê

Quando utilizamos um telefone, um telemóvel ou computador algo incrível pode acontecer. Marcar uma reunião, saber uma novidade, obter uma resposta que precisamos, escrever uma mensagem de correio eletrónico, um relatório, testemunhos, entre outros. Estas ferramentas tornaram-se quase indispensáveis, e tanto nos podem ajudar, fazem parte do nosso dia-a-dia. Antes, durante e depois de se realizar uma atividade, uma reunião, um projeto, entre outros, existe todo o trabalho de “escritório” que tem de acontecer, literalmente sentados em frente a um computador ausentamo-nos do terreno, dos nossos locais físicos de trabalho/missão, muitas vezes não identificado ou compreendido pelas comunidades com quem trabalhamos, que gostavam de nos ter sempre perto, e nós também!

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Enviados a amar, por amor

Ser missionário é fazer a vontade do Pai de forma contínua e sincera. Parti em missão com a certeza de que Ele me pedia aquilo que a todos pede, de uma forma muito natural e sem pressão: amar. Foi sob este lema que me disponibilizei para estar ao serviço e ser enviado.

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Caminhar sem ver o caminho

Há mais de 10 meses em Benguela, a aproximação do final do meu tempo de missão desafia-me agora a repetir o salto de confiança que me trouxe até aqui. Pensar na partida, na entrega de tantas coisas que já sinto como minhas e na incerteza do futuro, traz a tentação de sentir medo e ansiedade por desconhecer o caminho que se abre à minha frente.

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Testemunho de um dos protagonistas do Bairro da Graça

Não se fala atualmente do bairro da Graça sem que se fale do seu Grupo Comunitário, mesmo que de uma forma indireta, pois falar do Grupo Comunitário no Bairro é falar, sem sombra de dúvidas, das grandes mudanças que o Bairro tem vindo a presenciar.

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Quanto carrega uma simples formiguinha?

Quem já passou por São Tomé e Príncipe saberá que, para além de praias e roças, há neste pedaço de paraíso perdido no Atlântico um imenso legado cultural entregue a gentes genuína e simples. Aqui, enquanto se cruzam paisagens com cores que escapam ao melhor dos smartphones e que te convidam a deixares para trás quaisquer tecnologias e te limitares a contemplar, sentes o fervilhar de um povo que caminha dançando e que vibra com a mais pequena manifestação cultural. Sítio onde, por mais dura que a vida seja, batuques, instrumentos improvisados ou o soar de uma flauta reúnem multidões…

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Operação futuro risonho

Seis da manhã. Passo por grupos de crianças de mochila, dou e recebo os bons dias - “Bom dia, Cátárrina!”- e sigo, em passo apressado, de volta a casa após uma caminhada matinal, por entre o verde da vegetação, o azul do céu e do mar e ao som da melodia de diversos passarinhos coloridos. Se à ida caminhei sozinha, à volta não me falta companhia.

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