Testemunhos

Nós somos Projeto Muthyana

Estas foram como que as primeiras palavras que aprendi quando cheguei a Cuamba, pois fui incumbida da coordenação do Projeto Muthyana – uma forma de trabalhar questões de género, levando ao empoderamento sociocultural, cívico e económico da mulher.

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De Cuamba, para o Pai

Obrigado por esta oportunidade.

Obrigado pelo Dom da Vida, obrigado por nos mostrares a vida aqui em Cuamba, onde as pessoas são tão fortes e resistentes, mas onde a própria vida é tão frágil.

Obrigado por nos mostrares as mãos estendidas num cumprimento, os risos e olhares acolhedores, os ritmos, batuques e cantorias, as casas simples e os quintais varridos, a alegria pura dos miúdos que nos dizem "tátá" e vêm até nós de sorriso rasgado, de orelha a orelha.

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Aprender a saborear

Estes três meses de missão no Uíge têm-me ensinado a saborear... Saborear o acordar a tempo de contemplar o amanhecer, a missa às 6h30 da manhã e o mata-bicho prolongado. O caminhar pelas ruas, as idas à praça para comprar fruta, olhar a chuva que cai quase todas as tardes.

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Benguela das acácias rubras (e não só)

Recentemente, completei três meses de missão em Benguela, aquela que eu sabia ser a pitoresca cidade das acácias rubras. Três meses não são, no entanto, suficientes para absorver tudo aquilo que esta cidade, esta província e este país têm para oferecer. Sinto que cada dia é um dia de descoberta, de aprendizagem e de crescimento. Sinto, apuro todos os meus sentidos e vivo esta experiência com verdadeira curiosidade.

 

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Estar em São Tomé - uma decisão...

«Pressente-se que existe algo de espantoso e belo neste mar, nessa mole imensa de água que se espraia e perde de vista na franja sinuosa do horizonte.

Mas há também quem aproveite a trégua do mar e se estirace preguiçosamente sobre a areia. E isso porque saber nadar não é o que mais importa, é na praia, sobre a areia, que o convívio se faz e a amizade se consolida»1

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Quando as palavras não dizem tudo…

País novo, cidade nova, casa nova, gente nova… a mesma língua, mas uma linguagem diferente!

A intensidade do que se vive nesta terra, em missão, não cabe nas palavras que se dizem ou escrevem. Por isso, tem de ser experimentada, vivida… incorporada mesmo, com o ser inteiro.

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