Testemunhos

Ser Leigo para o Desenvolvimento: Um presente com passado...

Ser Leigo para o desenvolvimento é viver como regra de vida "a lei da caridade e do amor que o Espírito Santo escreve e imprime nos nossos corações." Procurando promover os vários países onde estamos presentes, acabamos por nos transformar a nós próprios ao nos lançarmos nesta aventura.

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"Pensatempos de Missão"

São inúmeros os episódios a contar numa experiência de Missão como esta. Mas a proximidade com os acontecimentos e a preguiça em descrevê-los, levou-me a escolher alguns que me fizeram pensar, roubando o título de um livro de Mia Couto ("Pensatempos. Textos de Opinião, 2005). Sem qualquer ordem especial, portanto.

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"Andar de hiace em Benguela cuia bwé!...

Benguela é uma cidade espetacular. Com um ordenamento territorial impecável e muito à frente do seu tempo, ruas largas, com passeios, rotundas arranjadas e uma "marginal" junto à praia morena que tem um pôr-do-sol de fazer inveja a qualquer praia paradisíaca.

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"CA-PU-LA-NA"

...soletrar poderá ajudar a dizer e a escrever a palavra melhor, a ir descobrindo a estranheza e a novidade da palavra. Mas não ajuda a definir. A definição simples é de um tecido feito artesanalmente, estampado, que a mulher Moçambicana usa como saia.
Conhecendo cada vez mais estas mulheres, percebo que uma capulana é bem mais do que esta definição simples e teórica que vou encontrando nos livros e nas pessoas que tentam explicar rápido e em poucas palavras o que é uma CA-PU-LA-NA, e por coincidência, ou não, o que é ser mulher em Moçambique segue o mesmo caminho de definição.

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Viver a Consoada…todos os dias

No momento de escrever algumas linhas sobre a vida em missão é muito difícil expressar tudo quanto se vive e faz. Perdoem-me aqueles cujas expectativas sairão defraudadas, mas este texto não passará de um retrato esbatido das intensas e vibrantes cores que aquecem continente africano. Tudo transborda de Vida!

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"À beira do Rio Mangrove…"

A pé ou de bicicleta, cruzo este lugar pelo menos duas vezes por dia, no percurso Vila Malanza-Porto Alegre e vice-versa. Sempre que passo por aqui, abrando o ritmo propositadamente, e quando o relógio o permite detenho-me a apreciar a beleza do lugar. Desde a Ponte, para quem olha ora para um lado, ora para o outro nota o contraste da paisagem como se se tratasse de uma montagem fotográfica.

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