Testemunhos

Estórias que a história não conta

A história repete-se. 
Um pouco por todo o mundo, encerrámos a quadra natalícia. Essa mesma quadra coloca a palavra camelo no nosso léxico com uma frequência incomparável a qualquer outro momento do ano. Não por sermos mais ofensivos, nem por uma repentina vontade de cruzar regiões desérticas, apenas porque foi o meio de transporte escolhido pelos Reis Magos... Simples.

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À velocidade de pequenos passos firmes…

Este poderia ser um dia como outro qualquer… poderia estar a levantar-me para, apressadamente, arranjar tudo e aprontar-me para mais um dia em que me meto no carro a caminho do trabalho normal do dia a dia, das rotinas, das pessoas de sempre, do conforto da lareira nestas noites frias de inverno, do aconchego do lar de quem nos ama e de tantas outras coisas que poderia enumerar…

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Assistir: ver ou agir?

Frequentemente dizemos, ou ouvimos, “vou assistir a um jogo de futebol” ou “ontem assisti a uma peça de teatro”. Com a mesma frequência dizemos, ou ouvimos, “o médico assistiu aquele doente” ou “a mãe assiste o seu filho que chora”. No nosso dia-a-dia somos convidados a desempenhar papéis diferentes, algumas vezes como espectadores, outras vezes como participantes.

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A normalidade de um Sim

Deus escolheu Abraão. David e Moisés. Escolheu Maria. Pedro e Paulo. Pessoas simples, sem nada de especial. Nada de especial exceto o facto de terem dado o seu sim. De terem obedecido. Aceitaram a missão que Deus lhes deu e cumpriram-na. Nem sempre convencidos, nem sempre à primeira, nem sempre bem mas disseram sim e com a ajuda d’Ele fizeram o que lhes era pedido.

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Afinal este ano há Natal

Escrevo-vos em vésperas de viver o dia de Natal mais diferente que alguma vez tive na vida. Ao contrário da vivência habitual do Natal português, em São Tomé esta época do ano passa-se de calções, t-shirt e calor tropical.

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Rede de Mudança

Estou aqui para vos dar um AVISO... Existe por aí uma rede que quer crescer e se nos apanha estamos "entalados". Esta é uma rede viva, que vive da total liberdade de cada um dos seus nós, e cada um desses nós pode ser um de nós. É uma rede que chega a todo o lado, quer se vai aproximando muito vagarosamente, quer se move muito repentinamente, mas sempre sem nos apercebermos, e de repente... Zás!!!!

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