Testemunhos

Palavras que nunca vos direi

Dou por mim a pensar como vim aqui parar e viajo até à minha infância, às histórias para adormecer que o meu pai me contava sobre África, de onde guarda emocionantes recordações. Depois, acordava e continuava a viajar pelas ex-colónias portuguesas em África através dos quadros, telas e esculturas em madeira espalhados pela minha casa de Trás-do-Outeiro.

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Onde (as) coisas ainda importam…

A partida estava quase a terminar, quando tudo aconteceu. O ambiente que se vivia em redor do campo era frenético, intenso, vibrante, emocionante, apaixonante, quase de cortar a respiração e, de repente…
Já lá voltaremos.

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O Verbo faz-se carne, palavras que se tornam vidas

Os primeiros dias de missão só podem ser emotivos. Controlar todos os sentidos e conseguir-lhes as imagens e significados que pretendemos é um exercício condenado ao fracasso.

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Despedida, partida, regresso...

Parece que foi ontem que estava eu no aeroporto de Lisboa a despedir-me da minha mãe e de três amigas. Parece que foi ontem que aterrei em São Tomé e conheci a Baía Ana Chaves. Parece que foi ontem que assisti às despedidas dos que regressavam a Portugal. Um ano se passou, e agora sou toda eu essa despedida.

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Ser (in)útil

A minha expectativa de quando cheguei a Cuamba era que o projeto das Escolinhas Comunitárias do Niassa (ECN) estaria a funcionar muito autonomamente. No entanto, apercebi-me rapidamente que não.

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Profissão? Tratorista!

Vim para Benguela, para o bairro da Graça, com uma missão muito concreta: aumentar o número de mulheres a beneficiar do projeto “Epongoloko Lyukãy”.

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