Testemunhos

“Se eu quiser falar com Deus…”

Quando há 7 meses atrás deixei o meu trabalho, a minha família e os meus amigos, que tanto amo, para vir com os Leigos para o Desenvolvimento em missão, não imaginava as dificuldades que ia encontrar, apenas acreditava no amor a Deus e na sua ação transformadora.

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Semear sem esperar frutos

Expressar por escrito o que se vive em missão e o que é ser LD é mais uma das responsabilidades que tenho enquanto voluntário desta organização não governamental para o desenvolvimento, que celebra este ano 30 anos. Quando a Rita, a nossa responsável pela comunicação e imagem dos LD, me envia um lembrete sobre o aproximar da data do meu próximo testemunho fico sempre com a mesma dúvida: mas sobre que é que eu afinal vou escrever, desta vez?

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Comunidade - Um só Corpo

“Fazem parte do mesmo corpo. O corpo é composto por vários membros e todos são importantes. Assim são vocês, vários membros, um só corpo” – foi o que nos foi dito durante a formação e aqui em missão esta frase já foi tema de uma das nossas orações comunitárias e a cada dia que passa vai ganhando mais significado para mim. Comunidade um dos pilares de missão!

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A riqueza de aprender

O tempo vai passando e encontro-me já a caminho do 7º mês de missão. Tudo tem passado tão rápido. Quando, em Agosto de 2015, soube que iria trabalhar num projecto ligado à educação, fiquei muito surpreendida, mas igualmente feliz. Tem sido um desafio e uma aprendizagem trabalhar com a Escola Básica da Boa Morte (EBBM).

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O que é grande e o que é pequeno

No Bairro da Boa Morte, em São Tomé e Príncipe, existe a capela de Nossa Senhora da Boa Morte, em pleno centro do Bairro. Nos segundos sábados de cada mês é ali celebrada missa, animada pelo Côro da Boa Morte.

 

O Côro é formado por mais de duas dezenas de pessoas, 99% das quais são mulheres, e reúne-se, em regra, três vezes por semana, ao final do dia, na mesma capela.

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Imagens do Caminho…

Hoje o dia começa às 8:30. Saio de casa e entro na primeira Toyota hiace com o cobrador da carrinha a gritar o nome do destino, a Graça.

 

Ao aproximar-me da carrinha, sinto a boa disposição da manhã, quando me sento e ouço na rádio, num volume generoso, uma canção de Matias Damásio, o meu cantor preferido desde que cheguei a Angola.

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