História

São Tomé e Príncipe

Após a preparação pioneira do primeiro grupo de jovens recém-licenciados, ao longo de pouco mais de dois anos, o convite de D. Abílio Ribas, Bispo de São Tomé, viabiliza a partida da primeira comunidade de seis LD.

Em outubro de 1988, na roça da Vista Alegre, fixa-se a residência da comunidade. Estar junto da população é reconhecido por todos como um fator fundamental para o bom êxito da missão. Só assim é possível conhecer e compreender, estabelecer laços de respeito e apreço mútuo, partilhar e construir relações positivas de amizade e trabalho - ninguê qui guinhá dimifá sêbê minda tochi qui-ê tóxifá - ditado popular de São Tomé, "só quem vive com alguém lhe dá valor".

De acordo com as necessidades locais e a formação de base de cada um, vão-se definindo as principais áreas de atuação dos LD em São Tomé: educação, ação social e saúde.

Em 1989, a necessidade de recursos humanos para as atividades de educação e de formação, e a implementação do Instituto Diocesano de Formação João Paulo II (IDF), conduzem à constituição de uma comunidade no bairro da Madre de Deus. De igual forma, no mesmo ano, os pedidos de colaboração com a população de Água Izé, levam à disponibilização de uma residência para os LD naquela roça. Aí, os LD constituem o elo de ligação entre as populações locais e as diversas entidades que as apoiam.

Assim, um ano após a chegada dos primeiros Leigos para o Desenvolvimento, em outubro de 1989, a comunidade sediada na Vista Alegre encerra, e passam a existir duas novas comunidades, a da Madre de Deus e a de Água Izé.

Terminada a nossa missão em Àgua Izé, hoje os LD continuam com duas missões: Missão de Porto Alegre e Missão Cidade de São Tomé no Bairro da Boa Morte